Braid - O game obra de arte
Escrito por Delmo Sobral Segunda, 14 Setembro 2009 10:46
PC - Análise
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O que dizer de Braid? Braid é poesia em movimento, em sua perspectiva mais abstrata. Arriscaria dizer que Braid é arte, música e uma enorme metáfora metodicamente construída
Todos os elementos convergindo para a criação de um dos jogos mais belos e incríveis que já joguei. Braid é único. Essa análise se dará estritamente sobre os aspectos do jogo, pois o conteúdo do mesmo, me permitiria filosofar por páginas e mais páginas.
Braid?
Braid, mecanicamente falando, é um jogo de plataforma como Mario e Sonic. Controles simples, setas para andar para os lados e barra de espaço para pular. Seria classificado como Plataforma - Puzzle (quebra-cabeças), onde o objetivo do jogador é viajar por mundos atrás de peças para montar quebra-cabeças.
A grande e genial diferença de Braid está na tecla “shift”, que nada mais nada menos volta o tempo. Isso mesmo, você pode voltar no tempo, “rebobinar a fita” quantas vezes quiser. Logicamente, se você pensar um pouco verá que é impossível então, morrer neste jogo? Correto, caso você morra para alguma armadilha ou monstro basta voltar o tempo um pouco, até o momento que errou. Por incrível que pareça, isso não diminui em nada a dificuldade do jogo.
A premissa do game é aparentemente simples: você controla Tim. Tim cometera um erro e o custo deste erro foi ter perdido seu amor, a Princesa, que agora está nas mãos de um terrível monstro. Você partirá atrás da Princesa, passando pelos mundos em busca de pistas de seu paradeiro. A forma como se desenrola a história e o final, deveria caracterizar como no mínimo, alienígena (difícil imaginar que saiu da cabeça de um ser humano!) é onde está a singularidade primordial do Braid. Quem teve a oportunidade de zerar esse jogo com certeza ficou perplexo com o final.
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