Overlord – Como é divertido ser mau! - PC
Escrito por Vivi Werneck Quinta, 10 Setembro 2009 10:07
PC - Análise
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Overlord é um game que instiga o jogador a ser maléfico. E melhor: você acaba gostando disso! Ah sim, você tem a chance de ser bonzinho, mas aí não tem a mesma graça…
O jogo é uma espécie de Pikmin (aquele game cheio de bichinhos coloridos) com uma pitada obscura. É maléfico de todas as formas. Tem um lord terrível querendo conquistar o mundo como todo bom clichê. A diferença é que, em Overlord, da Triumph Studios, você não controla um belo e íntegro paladino disposto a morrer para salvar o mundo e, possivelmente, alguma princesa das garras do demoníaco lord das trevas. No game, você é o overlord das trevas! E tem a sua disposição uma verdadeira horda de diabinhos (seus escravos – Ah, que feio! rs) que, na maioria das vezes, fazem todo o trabalho sujo para você, devastando vilas, matando inocentes, roubando e tudo de ruim que você possa imaginar!
Na minha opinião, esses diabinhos dão um show a parte e, por vezes, até roubam o brilho do personagem principal do jogo, além de
serem uma comédia! Imaginem um monte de Smigols (Aquele hobbit corrompido do Senhor dos Anéis) psychos e atacando em bando! É uma bagunça só. Hilário!
Overlord tem todos os quesitos de um bom RPG/Ação. Alguns bugs na câmera a parte, o game tem uma capacidade exploratória razoável e um mundo bem detalhado. No entanto, as musiquinhas enchem a paciência bem rápido.
Como havia dito, você joga com o overlord maligno, que foi acordado pelos seus fiéis diabinhos de estimação, e tem como missão reerguer o seu reino de caos. Os primeiros Smigols esclerosados que te acompanham são pequenos e não tão poderosos, mas vão evoluindo (Pokémon???) com o passar do tempo e ficando cada vez mais destrutivos. Eles podem evoluir de tipos e tamanhos diferentes, de acordo com o progresso que você alcança no jogo - descobrindo novos poderes, magias, e pedaços da sua torre negra.





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