The House of the Dead: Overkill
Escrito por João Segunda, 23 Março 2009 17:09
Wii - Análise
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Logo quando começamos a jogar House of the Dead: Overkill, percebemos que tudo está bem diferente dos outros games da série. Overkill utiliza o humor como principal arma de atração aos novos jogadores, e o game é realmente engraçado. Tendo a mesma atmosfera irônica dos filmes “Grindhouse”, como os mais recentes “Death Proof”, de Quentin Tarantino, e “Planet Terror”, de Robert Rodriguez, dá para se ter uma noção do que estamos falando. O novo House of the Dead é uma parodia dos filmes de terror, e de si mesmo, traz consigo personagens memoráveis e uma variedade divertida e também assutadora de zumbis e outras criaturas estranhas e nojentas. Recentemente, o game chegou até o livro Guinness dos records, por ser o jogo mais “mal-educado” criado até hoje, com mais de 180 palavrões intrometidos entre os diálogos, correspondendo a mais de 3% das palavras ditas no game. Só por isso, já vale a pena a experiência.

O protagonista, Agente G, é o mesmo do primeiro House of the Dead, e os acontecimentos em Overkill se passam antes mesmo do game original. O agente G é obrigado a se unir com o detetive falastrão e metido a galã, Isaac Washington, no intuito de acabar uma vez por todas com as investidas criminosas do vilão do game, Papa Caesar, responsável direto pela infestação dos mortos-vivos. Depois conhecemos Varla Gun, uma ex-stripper, sedenta por vingança contra o sinistro Papa. A história é rica em ironia, com diálogos bem construídos e personagens altamente cativantes.
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