Aventure-se ao lado da pequena Dorothy em uma das histórias mais famosas do século XX, agora no seu DS
Em 1910, o mundo leu e conheceu o mundo do Mágico de Oz. Em 1939, viram a aventura de Dorothy no cinema. Agora, mais de 100 anos depois, é a vez de o DS contar esta história.
Mas calma, fã de Resident Evil – ou qualquer outro game com miolos e afins! Não pare de ler matéria! Embora o Mágico de Oz seja uma aventura completamente infantil, a Xseed Games promete que de infantil o game só terá o visual, afinal, trata-se de um conto para crianças do começo do século passado.
O game busca influências de games como Dragon Quest, usando os elementos e personagens básicos da aventura original. Então, espere controlar Dorothy, seu cãozinho Totó e os eternizados Leão, Espantalho e o Homem de Lata em cenários já conhecidos por todos.
A história, para quem não conhece, é simples: Dorothy foi atrás de seu cãozinho perdido, que era seu único amigo. Nessa procura, ela é levada por um furacão e mata sem querer uma bruxa que escravizava um povo inteiro. O povo celebra a “vitória” da menina e é ajudada a encontrar o caminho de casa por uma estrada de tijolos amarelos. E a partir daí, só jogando para saber o que acontece.
De inovação, Beyond the Yellow Brick Road apresenta um controle baseado apenas na tela de toque. Faça Dorothy andar calmamente ou correr - ao melhor estilo Forrest Gump - através de uma bola na Touch Screen.
Todos os elementos de RPG são emprestados de Dragon Quest, tendo como única novidade o visual em primeira pessoa durante os combates. E serão batalhas bem interessantes, que usarão de muita estratégia.
E The Wizard of OZ: Beyond the Yellow Brick Road também conta com um trunfo a seu favor: o visual, que é completamente encantador. É mais uma boa surpresa para o seu DS.
Sei não, mas pelo vídeo deu pra perceber que o jogo parece ser mais um daqueles caça-níquel que andam lançando aos montes por aí.
O vísual é infantil, o sistema de batalhas é old school (apesar de adorar turnos) mas não ví nenhum grande apelo que me faça gastar horas com o título.
"Todos os elementos de RPG são emprestados de Dragon Quest, tendo como única novidade o visual em primeira pessoa durante os combates..."
Não é novidade. Todos os jogos da série Dragon Quest tinham as batalhas em primeira pessoa. Isso só mudou no oitavo episódio. O que deixa a inovação do jogo apenas pelo controle de Dorothy ser feito exclusivamente pela touch screen. Mas já ví jogos com essa "funcionalidade" (Zelda: Phantom Hourglass, por exemplo).
Enfim, passo longe. Acho que o Ds tem jogos melhores a oferecer.
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